quinta-feira, 14 de março de 2013

Reponho uma poesia do poemário Que de dentro não se vê:


A ESQUINA DA MINHA RUA

Na esquina da minha rua
vejo o tempo passar.
Na esquina da minha rua
o tempo passa
e fica preso na clepsidra
da esquina da minha rua.
Areia revolta da memória...

António Eduardo Lico

6 comentários:

  1. Meu querido amigo Poeta!
    O tempo...pode apagar muitas coisas,mas jamais conseguirá apagar a Poesia.

    Um abraço especial hoje....

    veraportella

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    Respostas
    1. Obrigado Verinha.
      É verdade a Poesia jamais será apagada.
      Abraço no dia da Poesia.

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  2. memórias que ficam...

    você escreve muito bem.

    :)

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  3. Esquina da rua
    ou do pensamento?

    Muito belo.

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