quinta-feira, 29 de maio de 2014

Reponho uma poesia do poemário Sombras luminosas:

Oráculo

 Precisava de ser o oráculo de mim mesmo
Assim como se tivesse um oráculo dentro de mim
não o de Delfos, hoje não me sinto classicista,
nem me apetece fazer alpinismo no Parnaso;
um oráculo ante-moderno, pelo menos
assim não tenho que dar explicações
pelo menos muitas; algumas terei que dar.
Posso sempre desculpar-me com os labirintos,
os oráculos têm labirintos a que só
os purificados podem aceder.
Se ao menos Pitia vivesse em mim!
Creio que vou acabar o dia a meditar
sobre o Bezerro de Ouro e vou
desistir de traçar o meu destino…oracular.

António Eduardo Lico

8 comentários:

  1. No es un mal fin para el día...

    Ya me dirás que dicen los oráculos.

    Muchos besos.

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    1. Bueno nunca se sabe lo que pueden decir los oráculos.
      Besos.

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  2. Respostas
    1. É verdade, quase mito.
      Obrigado pela visita.
      Abraço.

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  3. Muito interessante este poema que convoca a mitologia... Pode oracular meditando...
    Um abraço.

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  4. Muy hermoso e interesante poema Antonio.
    Gracias por visitarme y por darle a recomendar en Google en casi todas mis entradas. Muchísimas gracias, me alegro de que te guste.

    Un abrazo muy grande,
    Eva

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    1. Gracias Eva, el placer es mio.
      Buen inicio de fin de semana.
      Abrazos Eva,

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