quinta-feira, 20 de março de 2014

Reponho uma poesia do poemário O canto em mim:


De noite a lenha arde obscura

De súbito, era tudo noite
e o silêncio ardeu
como obscura lenha.
De súbito, era tudo silêncio
e a noite ardeu
como obscura lenha.
E era apenas noite e silêncio
e lenha que ardia, obscura.

António Eduardo Lico

6 comentários:

  1. Belleza en la oscuridad...

    Muchos besos.

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  2. Oi, Antonio, belo e reflexivo poema sobre os sentimentos que" brilham" e ardem
    na escuridão da noite.
    Um abraço

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    1. Obrigado minha amiga.
      Abraço e bom início de fim de semana.

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  3. Transfusão de luz e escuridão num poema belíssimo, amigo!
    Abraços,

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