quinta-feira, 6 de março de 2014

Reponho uma poesia do poemário O canto em mim:

Elegia para uma flor morta

A obscura flor morta
pensa ainda no seu perfume
quando os insectos
procuram nas suas pétalas mortas
a fragrância que a animou.

António Eduardo Lico

6 comentários:

  1. Aunque muerta sigue siendo bella, su perfume permanece.

    Abrazos.

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    1. Exacto, quebra a harmonia, e só a lembrança resta.
      Abraço.

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  3. Caro António, recupera o meu comentário que inadvertidamente o apaguei. É que um movimento aqui na minha sala desviou o meu foco. Só agora percebi o que fiz.
    Abraços,

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    1. Não faz mal caro amigo José Carlos. Essas coisas acontecem.
      Abraço.

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