quarta-feira, 13 de junho de 2012

Com esta poesia termino o poemário Sombras luminosas. Foram 34 poesias, velhas de dois a três anos. Este projecto é o sexto que realizei e que editei neste blog.
Pensarei se começarei a colocar poesias de poemários que ainda estão em elaboração e em fase praticamente inicial, cada um dos projectos com poucos poemas.


Uma Luz na Alvorada

As veredas do fim do mundo
no queixume do primeiro anjo
esse querubim de doze asas.
Ainda não era Prometeu,
apenas luz e fogo a cada manhã.
Em ti permanece a eterna alvorada
como a primeira luz.


António Eduardo Lico

2 comentários:

  1. uma beleza...

    vou dedicar algum tempo ao teu blog, gostei muito, principalmente desta série de sombras luminosas.

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    1. Obrigado Andrea pelas visitas e pelos comentários.
      Abraço.

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