sábado, 9 de junho de 2012

Mais uma poesia de Sombras luminosas:





Relógio de água

O mar. Ao fundo o relógio
o tempo escorre 
como areia na água


António Eduardo Lico

4 comentários:

  1. Imagético poema.

    Num instante apenas.
    Gosto muito!

    Abraço, poeta!

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  2. Obrigado Marlene. Por vezes há a necessidade da concisão, outras, as palavras fluem, e enchem o poema.
    Abraço,

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