segunda-feira, 29 de abril de 2013

Reponho uma poesia do poemário O canto em mim:


De madrugada as lembranças ardem

No meu quarto estou só
e comigo ardem apenas lembranças.
o meu quarto é frio
e fica azul nas madrugadas.
A muda Lara, no seu silêncio de deusa
abraça-me com os seus cabelos.

António Eduardo Lico

6 comentários:

  1. Meu caro Lico:
    A madruga às vezes, ou muitas, arde por falta de alguém que fale. Outras vezes o silêncio das deusas, na imaginação, melhora muito a condição de insônia e solidão.
    Gostei do seu poema, curto,simples, certo.
    abraços
    francisco miguel de moura

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    1. Obrigado meu caro Chico Miguel.
      É verdade, muitas vezes as madrugadas ardem, e cabe às deusas velarem pelo sono.
      Abraço e boa semana.

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  2. La soledad como abanderada de la libertad.

    un saludo


    fus

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    1. Gracias fus, por la visita y comentario.
      Saludos.
      António,

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