quinta-feira, 30 de maio de 2013

Reponho uma poesia do poemário O canto em mim:


Poema do colibri que morreu entre flores

(Dedicado à Antonia Penhalver)

Tinhas como sonho as flores,
tu colorido colibri que tantas vezes
perfumaste o invisível ar que te sustentava
com inesperados néctares.
O silêncio em que agora voas
bate as asas como se fora flor.

António Eduardo Lico

4 comentários:

  1. Aqui a poesia é como o voo do colibri, sempre terna.
    Abr.,

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    1. Sim Caro José Carlos, se é que é possível desenhar o voo de um colibri num poema...
      Bom fim de semana.
      Abraço.

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